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SR-1
CEG

FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE LETRAS E ARTES
UNIDADE: FACULDADE DE LETRAS

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

PORTUGUÊS INSTRUMENTAL I

LEV121

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 30                    P: 00                         T + P: 30

2,0

 

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Expositivas, exercícios. Estudo dirigido.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Levar o aluno a conhecer a gramática e desenvolver exercícios para reforço.

10 – EMENTA:

A língua portuguesa no Brasil. Variedades de uso. Normas regionais e sociais. Análise estilística gramatical de textos contemporâneos. Técnicas de expressão oral e escrita.

11 – BIBLIOGRAFIA:

GRAMÁTICA DA LÍNGUA PORTUGUESA.

 

 

 

 

SR-1
CEG

FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE LETRAS E ARTES
UNIDADE: FACULDADE DE LETRAS

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

PORTUGUÊS INSTRUMENTAL II

LEV131

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 30                    P: 00                         T + P: 30

2,0

LEV121 (P)

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Expositivas dialogadas. Leitura de texto e discussão. Exercícios.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Estimular interesse para leitura. Acadêmico a pensar como usar corretamente a linguagem.

10 – EMENTA:

Importância e características do português no Brasil. Língua escrita e língua literária, comunicação técnica. Jornalística e a burocracia.

11 – BIBLIOGRAFIA:

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocábulo ortográfico da língua portuguesa. Revisado, 1990.
DICIONÁRIO BRASILEIRO DA LÍNGUA PORTUGUESA. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1993.
BORDINI, Maria da Glória & AGUIAR, Vera Teixeira. Literatura: a formação do leitor: alternativas metodológicas. POA: Mercado Aberto, 1988.

 

 

 

 

SR-1
CEG

FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE LETRAS E ARTES
UNIDADE: FACULDADE DE LETRAS

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

PORTUGUÊS INSTRUMENTAL III

LEV221

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 30                    P: 00                         T + P: 30

2,0

LEV131 (P)

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Exposição dialogada. Leitura de texto, discussão e apresentação. Exercícios.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Levar acadêmicos a refletirem sobre o uso correto da língua portuguesa, no falar e escrever.

10 – EMENTA:

Fonética e fonologia sincrônica. Conceitos básicos. Análise fonética do português culto do Rio de Janeiro e suas variantes.

11 – BIBLIOGRAFIA:

AGUAYO, A. M. Didática da Escola Nova. 9a edição. São Paulo: Mundial, 1954.
BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e leitura. São Paulo: Cortez Editora, 1991.
FERREIRO, Emilia. Com todas as letras. São Paulo: Cortez, 1992.

 

 

 

 

SR-1
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FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE LETRAS E ARTES
UNIDADE: FACULDADE DE LETRAS

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

PORTUGUÊS INSTRUMENTAL IV

LEV241

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 30                    P: 00                         T + P: 30

2,0

LEV221 (P)

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Aulas expositivas, discussão e análise dos textos dos relatórios dos diagnósticos simplificados de saúde.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Levar o(a) acadêmico(a) discutir acerca de sua redação.

10 – EMENTA:

Origem e formação da língua. O léxico, como escrever um texto.

11 – BIBLIOGRAFIA:

CARVALHO, Marlene. Guia prático do alfabetizador. São Paulo: Editora Ática S.A., 1994.
FLORES, Lúcia Locateli et alli. Redação. Florianópolis: UFSC, 1992.

 

 

 

 

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FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
UNIDADE: ESCOLA DE ENFERMAGEM ANNA NERY

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

TÉCNICA DE COMUNICAÇÃO

ENM219

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 30                    P: 00                         T + P: 30

2,0

 

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Dinâmica de grupo. Leitura de textos selecionados em grupo, discussão em grupo e análise reflexiva e crítica.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Desenvolver habilidades de interagir em situações específicas de enfermagem. Informar sobre aspectos mais valorizados acerca da comunicação. Analisar a importância de uma modelo de ensino crítico/participativo iniciado em uma disciplina eletiva e experienciado por um grupo de alunas(os).

10 – EMENTA:

Conceito de informação e comunicação. Dimensões do processo horizontal e vertical: eu-você, cliente-enfermeiro, família. Enfermeiro/Instituição, sociedade, grupos categorizados. O processo de comunicação: emissor, receptor, mensagem, significado – métodos e meios. Teorias das relações interpessoais.

11 – BIBLIOGRAFIA:

ATKINSON & MURRAY. Fundamentos de Enfermagem. São Paulo: Interamericana, 1988.
CARVALHO, Maria Tereza Coimbra de; PADILHA, Maria Itayra C. S. & GOMES, Sônia Regina Carvalhal. A comunicação como parte do processo de ensino formal – Avaliação de uma experiência. Revista de Enfermagem/UFRJ, v. 2, n. 2. p. 206-221, outubro, 1994.
LIMA, Maria José. O que é enfermagem. São Paulo: Brasiliense, 1993.

 

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FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
UNIDADE: ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

EDUCAÇÃO FÍSICA DESPORTIVA I

EFC115

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 00                    P: 40                         T + P: 40

1,0

 

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Desenvolver atividades físicas.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Levar o alunado a manter boa aeração e capacidade física.

10 – EMENTA:

Exercícios aeróbicos, objetivando bom nível de aptidão física. Natação e corrida rústica.

11 – BIBLIOGRAFIA:

 

 

 

 

 

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FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
UNIDADE: ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

EDUCAÇÃO FÍSICA DESPORTIVA II

EFC125

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 00                    P: 45                         T + P: 45

1,0

ËFC115 (P)

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Acompanhamento com supervisão direta em cada exercício. Informações acerca de cada exercício, porque? E para que?

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Levar acadêmicos a refletirem acerca das modalidades de exercícios anaeróbico e aeróbico para aplicabilidade em seu cotidiano.

10 – EMENTA:

Conhecimento da modalidade desportiva escolhida de modo a ser possível usá-la futuramente para sua recreação desportiva.

11 – BIBLIOGRAFIA:

 

 

 

 

 

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FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
UNIDADE: ESCOLA DE ENFERMAGEM ANNA NERY

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

INTRODUÇÃO À PESQUISA EM ENFERMAGEM

ENM552

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 45                    P: 00                         T + P: 45

3,0

 

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Aulas expositivas dialogadas. Grupos de discussão; seminários; discussão dos planos e relatórios das pesquisas dos diagnósticos simplificados de saúde.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Levar acadêmicos(as) discutir acerca do método científico.

10 – EMENTA:

O conhecimento científico. Importância do espírito científico; processos. Conceitos e tipos de pesquisa. Fases de uma pesquisa. Elaboração de uma comunicação científica.

11 – BIBLIOGRAFIA:

ASTIVERA, Armando. Metodologia da pesquisa científica. POA: Globo, 1976.
LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. 2a edição. São Paulo: Atlas, 1991.
RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 17a edição. Petrópolis: Vozes, 1992.

 

 

 

 

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FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
UNIDADE: ESCOLA DE ENFERMAGEM ANNA NERY

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO ACADÊMICA A-I

ENE236

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 30                    P: 45                         T + P: 75

3,0

 

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Visita a instituições da rede oficial de serviços. Bibliotecas, laboratórios e atividades de campo prático. Treinamento no computador.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Apresentar e discutir o currículo, o perfil profissional e as perspectivas do mercado de trabalho. Desenvolver habilidades e atitudes para estudo independente.

10 – EMENTA:

O ensino de enfermagem na estrutura acadêmica do Centro de Ciências da Saúde. Dinâmica de aulas no currículo de graduação (técnica e prática). Desafios dos estudantes no ciclo básico. Planos de estudos – bibliotecas, laboratórios e atividades de campo prático – trabalhos escritos – individual e de grupos. Alcance de objetivos e de créditos. Visitas a instituições da rede oficial de serviços de saúde. Mesa redonda com experiências relevantes ao trabalho profissional na área da enfermagem (participação de convidados especiais). Apresentação de relatórios de grupos sobre as visitas realizadas. Avaliação dos trabalhos de grupos e do programa.

11 – BIBLIOGRAFIA:

 

 

 

 

 

SR-1
CEG

FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
UNIDADE: ESCOLA DE ENFERMAGEM ANNA NERY

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO ACADÊMICA A-II

ENE237

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 30                    P: 00                         T + P: 30

2,0

 

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Seminários. Aulas práticas (laboratório PARG). Montagem dos trabalhos sob a forma de pôsteres.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Estimular a curiosidade científica. Tornar o aluno apto a formular e utilizar cientificamente em trabalho científico.

10 – EMENTA:

Interpretação da leitura científica a partir de dados de artigos originais. Evolução das idéias e dos fatos experimentais numa área específica das ciências biológicas. Exercitação na apresentação de resultados científicos.

11 – BIBLIOGRAFIA:

BORDENAVE, Juan Diaz & PEREIRA, Adair Martins. A biblioteca como instrumento de ensino-aprendizagem. Estratégias de ensino-aprendizagem. 10a edição. Petrópolis: Vozes, 1985. Cap. 11, p. 255-265.
MORAES, Ivany Novach. Elaboração de Pesquisa Científica. Rio de Janeiro (mimeografado).

 

 

 

 

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FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
UNIDADE: ESCOLA DE ENFERMAGEM ANNA NERY

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO ACADÊMICAA-III

ENE238

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 30                    P: 00                         T + P: 30

2,0

 

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Experiências laboratoriais de técnicas, coleta de exames que são aplicados aos procedimentos de enfermagem. Palestras. Seminários.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Fornecer noções básicas, mas atualizadas, do funcionamento do sistema imune discutindo seu papel preventivo na manutenção da saúde e sua capacidade de induzir doenças. Despertar o interesse sobre pesquisas na área imunológica sendo realizadas na própria UFRJ.

10 – EMENTA:

Abordar de forma experimental e teórica, temas de imunologia de interesse para profissionais de enfermagem, dentre eles: sistema linfóide e reação imune; vias de imunização; reações celulares e dependentes de anticorpo in vivo: rejeição e tumores, reação de contato, reação de transplante contra hospedeiro, PPD, anafilaxia.

11 – BIBLIOGRAFIA:

DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. 2a edição. São Paulo: Atlas, 1987.
LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. 2a edição. São Paulo: Atlas, 1991.
LUDKE, Menga & ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.

 

SR-1
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FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
UNIDADE: ESCOLA DE ENFERMAGEM ANNA NERY

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

POLÍTICA E PROBLEMÁTICA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À  SAÚDE DA MULHER

ENI234

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 60                    P: 00                         T + P: 60

4,0

Ter concluído satisfatoriamente o ciclo básico.

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Estágio de observação de unidades governamentais de saúde à mulher e registro (em relatório) sobre a política e normatização adotada. Visita de observação às entidades e instituições não governamentais, de proteção e defesa da mulher e registro de seu papel na sociedade, ações e lutas. Instrução programada sobre análise crítica de documentos oficiais e de movimento das mulheres em relação à saúde da mulher, no plano nacional e internacional.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Discutir e analisar a Política Nacional de Assistência à Saúde da Mulher, tomando como base o PAISM e sua relação com o PAISC. Descrever a problemática da mulher à luz dos movimentos do Estado e dos movimentos das mulheres. Avaliar os avanços e recuos em prol da assistência à saúde da mulher brasileira. Estudar o modelo assistencial de saúde à mulher face à determinação de outras opções e alternativas na adoção de modelos operativos de assistência dirigidos à mulher.

10 – EMENTA:

Política Nacional de Saúde à Mulher com destaque para a problemática, o modelo governamental, as normas e diretrizes de ação bem como a participação dos movimentos sociais, em especial o das mulheres em prol dos direitos de cidadania em geral e o de saúde em particular. Aspectos gerais e específicos da programação estatal e das reivindicações das mulheres.

11 – BIBLIOGRAFIA:

CAMPOS, Gastão W. de Souza. A Saúde Pública e a Defesa da Vida. São Paulo: Editora Hucitec, 1991.
COHN, Amélia et alli. A saúde como direito de serviço. São Paulo: Cortez Editora, 1991.
FLORESTA, Nísia & AUGUSTA, Brasileira. Direito das Mulheres e Injustiça dos Homens. São Paulo: Cortez, 1989.
HEIMENN, Luiza S. et alli. O Município e a Saúde. São Paulo: Editora Hucitec, 1992.
IBAM/UNICEF. Mulher e Políticas Públicas. Rio de Janeiro, 1991.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Gestação de alto risco. PAISM – DINSAMI, 1991.
______________________. Assistência no Planejamento Familiar. SNS/DPS/COMIN, 1992.
______________________. Programa de Assistência à Saúde Perinatal: Bases Programáticas. Brasília, DF, 1991.
______________________. Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher. PAISM, 1984.
______________________. Método da Assistência à Mãe e Criança e baseado no Conceito de Risco. Apoio da CMS e da PETROBRÁS, 1978.
MURARO, Rose Marie. A Mulher no Terceiro Milênio. Editora Rosa dos Tempos, 1992.
OMS/OPAS. Genero, Mujer y Salud em las Américas. OMS/OPS. Pus. Científica n0 541. Washington, D.C., EUA, 1983.
__________. Salud Materno-Infantil y Atención Primaria em las Américas: Hechos e Tendências. Pus Científica, n0 461, 1984.
TELES, Maria Amélia de Almeida. Breve Histórico do Feminismo do Brasil. Editora Brasiliense, 1993.

SR-1
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FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
UNIDADE: ESCOLA DE ENFERMAGEM ANNA NERY

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

POLÍTICA E PROBLEMÁTICA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À SAÚDE DA CRIANÇA

ENI233

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 60                    P: 00                         T + P: 60

4,0

Ter concluído satisfatoriamente o ciclo básico.

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Estágio de observação de unidades governamentais de saúde à criança e registro (em relatório) sobre a política e normatização adotada. Visita de observação às entidades e instituições não governamentais, de proteção e defesa da criança, registrando seu papel na sociedade, ações e lutas. Instrução programada sobre análise crítica de documentos oficiais e de outras Instituições de defesa da criança.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Discutir a Política Nacional de Assistência à Saúde da Criança, tomando como base o PAISC e sua relação com o PAISM. Descrever a problemática da criança à luz dos movimentos do Estado e das Instituições de Proteção à criança. Avaliar os avanços e recuos em prol da assistência à saúde da criança, no mundo e no Brasil. Estudar o modelo de saúde à criança face à determinação de outras opções e alternativas na adoção de modelos operativos de assistência dirigidos à criança.

10 – EMENTA:

Política Nacional de Saúde à Criança com destaque para a problemática, o modelo governamental, as normas e diretrizes de ação bem como a participação dos movimentos sociais, em prol e defesa da vida das crianças. Aspectos gerais e específicos da programação estatal e do Estatuto da Criança e do Adolescente.

11 – BIBLIOGRAFIA:

BARROS, Fernando C. & VICTORA, César G. epidemiologia da Saúde Infantil. Editora HUCITEC/UNICEF. São Paulo, 1991.
CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA MULHER. Creche: Series 1 a 7. Conselho Estadual da Condição Feminina. São Paulo, 1988.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Normas de Atenção à Saúde Integral do Adolescente, vol. I, II, e III. Brasília, DF, 1993.
______________________. Normas Brasileiras para Comercialização de Alimentos para lactentes. INAN. Brasília, DF, 1993.
______________________. Normas Gerais para Bancos de Leite. INAN, Brasília, DF, 1993.
______________________. Programa de Saúde ao Adolescente. PROSAD. MS. 1989.
______________________. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília, DF, 1991.
______________________. Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança, PAISM, Brasília, DF, 1984.

 

 

 

SR-1
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FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE LETRAS E ARTES
UNIDADE: FACULDADE DE LETRAS

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

INGLÊS INSTRUMENTAL I

LEG235

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 30                    P: 00                         T + P: 30

2,0

 

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Expositivas dialogadas e conversação. Exercícios (Homework).

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Levar acadêmicos(as) a compreensão da língua inglesa em textos específicos.

10 – EMENTA:

Estrutura básica. Gramática. Compreensão e tradução de textos técnicos e específicos.

11 – BIBLIOGRAFIA:

MELLGREN, Lars & WALKER, Michael. New Horizons in English. London, Addison-Wesley Publishing Company, 1983.
MICHAELIS. Pequeno Dicionário da Língua Inglesa. São Paulo: Melhoramentos, 1992.

 

 

 

 

SR-1
CEG

FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
UNIDADE: ESCOLA DE ENFERMAGEM ANNA NERY

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

SOCORRO EM URGÊNCIA

ENC235

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 45                    P: 00                         T + P: 45

3,0

BMA125(P)   BMB121(P)

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Realizadas após cada conteúdo teórico sob forma de dramatização de recursos e utilização de recursos audiovisuais. Incluirão os principais sinais e sintomas que compreendem os distúrbios e/ou lesões. As demonstrações inicialmente serão realizadas pelo professor, seguindo etapas prioritárias e seqüenciais do atendimento. Posteriormente, serão praticadas pelos alunos sob supervisão direta. Por fim, projeção de filmes para feedback e avaliação da atividade e aprendizado.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Identificar os principais sinais, sintomas e características gerais dos distúrbios e/ou lesões, conseqüências de acidente ou mal súbito que os indivíduos estão sujeitos da infância à terceira idade. Priorizar as etapas de cada socorro prestado. Desenvolver habilidade na prestação de assistência básica em socorro de urgência, para indivíduos supostamente saudáveis, como também, para portadores de doenças congênitas ou adquiridas. Promover assistência adequada à clientela evitando agravos e/ou prevenindo seqüelas.

10 – EMENTA:

O homem como sistema. Conceitos e definições de acidentes. O ambiente e a segurança dos indivíduos. Liderança frente às situações assistenciais em Primeiros Socorros. Exame simplificado do acidentado, suas prioridades e tipos de transportes. Como agentes terapêuticos: calor, frio, controle de hemostasia, da hemodinâmica, imobilizações, desobstrução das vias aéreas superiores, manobras de ressuscitação cardio-respiratória e nas emergências específicas.

11 – BIBLIOGRAFIA:

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA. Apostila de Monitoria em Primeiros Socorros. Rio de Janeiro, 1986.
HAMMERLEY, M. A. Técnica Moderna de Primeiros Socorros. 5a edição. São Paulo: Cada Publicadora Brasileira, 1971.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Primeiros Socorros. Distrito Federal, 1985.
WHITE MARTINS. Apostila de Primeiros Socorros. Rio de Janeiro, 1993.

 

 

 

 

SR-1
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FORMULÁRIO CEG-03
Disciplina

CENTRO: DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
UNIDADE: ESCOLA DE ENFERMAGEM ANNA NERY

Folha n0:
Data: 04/03/1997

1 – NOME

2 – CÓDIGO

3 – IDENTIFICAÇÃO

SOCORRO EM URGÊNCIA

ENW486

 

4 – Carga Horária por Período:

5 – CRÉDITOS:

6 – REQUISITOS:

T: 45                    P: 00                         T + P: 45

3,0

BMA125(P)   BMB121(P)

7 – CARACTERÍSTICAS DAS AULAS PRÁTICAS:

Realizadas após cada conteúdo teórico sob forma de dramatização de recursos e utilização de recursos audiovisuais. Incluirão os principais sinais e sintomas que compreendem os distúrbios e/ou lesões. As demonstrações inicialmente serão realizadas pelo professor, seguindo etapas prioritárias e seqüenciais do atendimento. Posteriormente, serão praticadas pelos alunos sob supervisão direta. Por fim, projeção de filmes para feedback e avaliação da atividade e aprendizado.

8 – CURSOS PARA OS QUAIS É OFERECIDA:

BACHARELADO EM EDUAÇÃO FÍSICA (Disciplina Obrigatória).

9 – OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

Identificar os principais sinais, sintomas e características gerais dos distúrbios e/ou lesões, conseqüências de acidente ou mal súbito que os indivíduos estão sujeitos da infância à terceira idade. Priorizar as etapas de cada socorro prestado. Desenvolver habilidade na prestação de assistência básica em socorro de urgência, para indivíduos supostamente saudáveis, como também, para portadores de doenças congênitas ou adquiridas. Promover assistência adequada à clientela evitando agravos e/ou prevenindo seqüelas.

10 – EMENTA:

O homem como sistema. Conceitos e definições de acidentes. O ambiente e a segurança dos indivíduos. Liderança frente às situações assistenciais em Primeiros Socorros. Exame simplificado do acidentado, suas prioridades e tipos de transportes. Como agentes terapêuticos: calor, frio, controle de hemostasia, da hemodinâmica, imobilizações, desobstrução das vias aéreas superiores, manobras de ressuscitação cardio-respiratória e nas emergências específicas.

11 – BIBLIOGRAFIA:

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA. Apostila de Monitoria em Primeiros Socorros. Rio de Janeiro, 1986.
HAMMERLEY, M. A. Técnica Moderna de Primeiros Socorros. 5a edição. São Paulo: Cada Publicadora Brasileira, 1971.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Primeiros Socorros. Distrito Federal, 1985.
WHITE MARTINS. Apostila de Primeiros Socorros. Rio de Janeiro, 1993.

UFRJ EEAN - Escola de Enfermagem Anna Nery
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